Colocando em dia conforme combinado, aqui vai o evento que está mais atrasado. Sexta-feira (28/06) saímos da UDESC com um grupo e fomos até o MON (Museu Oscar Niemeyer) em Curitiba, o ônibus estava marcado pra sair da faculdade as 7h da manhã, pra não haver risco (e ter que madrugar mais ainda) a linda da Ari dormiu lá em casa. As 6:30, antes do sol aparecer e de qualquer outro aluno, já estávamos esperando (obrigada, pai!). Enquanto o pessoal chegava eram dadas os últimos retoques na maquiagem. Eu havia planejado ir de lolita acompanhando a
Ariana (vejam o post dela lolitando no MON), mas com medo do suposto frio do Paraná, acabei deixando a idéia de lado... Como me arrependi! Estava muito calor lá!
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| A professora Adri perguntou como conseguiamos já estar maquiadas aquela hora da manhã... |
Depois do almoço, já na cidade de destino, visitamos uma exposição de desenhos no Paço da Liberdade, o material exposto era muito bom mas o local acabou ganhando mais atenção, o prédio é lindo!
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| Paço da Liberdade - Curitiba, foto por Rodrigo Cárdenas. |
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| Escadarias do Paço, foto por Rodrigo Cárdenas. |
Chegando no MON compramos nosso ingresso, segundo o guia agora só precisamo voltar lá mais 199 vezes para completar a coleção de 200 ingressos colecionáveis! ^^ Olha o meu aqui!
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| Bruno Lechowski - Bananeiras, 1927 |
A exposição do Escher é fenomenal, digo para qualquer um que tiver condições de chegar lá: Vistem! São mais de 80 obras, com instalações interativas, grandes painéis, tem até aqueles clássicos espelhos que distorcem o corpo. ^^ Tudo muito divertido.





Ah, não podemos deixar de lado as outras exposições que estão no prédio. E foi numa delas, a Anders Als Immer - Algo Diferente, que eu passei por uma experiência muito agradável. Havia um grupo de alunos, junto com os guias mexendo numas cadeiras que estavam expostas, até aí tudo bem normal, a diferença é que esses alunos tinham deficiências visuais. Paramos um instante para ficar observando a forma como eles discutiam as texturas e formas, pra mim foi maravilhoso ver e ouvir aquela cena. E foi aqui que eu tive certeza da necessidade de poder tocar nos objetos de arte, pelo menos em alguns. Para esses alunos a exposição do Escher não tem valor praticamente nenhum, pois nem na instalação da "casa" dele era permitido sentar nos sofás, quanto mais ficar passando a mão pelos móveis... Isso me fez pensar.
AC


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| Última visão do Olho |
Agradeço a Ari que levou a máquina e tirou várias fotos minhas e ao outro visitante que nos fotografou na casinha das janelas! XD